ILYA TOLSTÓY
Sobre o Autor de : Guerra e Paz

Resumindo:
Tolstói nasceu em Iasnaia Poliana, uma propriedade familiar localizada a 12 quilômetros do sudoeste de Tula e a 200 km a sul de Moscou. Os Tolstói eram uma família prestigiada pela nobreza da Rússia, pois descendem de um famoso nobre do Império Lituano chamado Indris. Lev foi o quarto dos cinco filhos do Conde Nikolai Ilitch Tolstói, um veterano da Invasão francesa da Rússia, e a Condessa Maria Tolstaia (Volkonskaia). Os pais de Tolstói morreram quando ele era jovem, o que levou ele seus irmãos a serem criados por parentes.
Em 1844, os irmãos Tolstói começaram a estudar direito e línguas orientais na Universidade de Cazã. Seus professores o descreveram como "incapaz e sem interesse pelo aprendizado". Tolstói abandonou a Universidade no meio do curso, retornou à Iasnaia Poliana e passou a maior parte de seu tempo em Moscou e São Petersburgo. Em 1851, depois de ter acumulado muitas dívidas, ele e seu irmão mais velho foram para o Cáucaso e juntaram-se ao exército. Foi a partir dessa experiência que ele começou a escrever.
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Prefácio – “Guerra e Paz”
Como falou o imperrador russo, Alexandre I – Que horror são as guerras, isso após fazer visita às tropas na linha de frente e ter visto os horrores de soldados com os corpos dilacerados, outros aos gritos por socorro, que não conseguiam chegar a todos e os inúmeros feridos aguardando por sua vez para serem socorridos, portanto, toda a pompa militar de soldados enfileirados fazendo continência para a revista das tropas pelos imperadores e reis dos três países, França, Rússia e Austria não fazem nenhum sentido, se o resultado final é uma destruição em massa de edificações e militares, além de civis, aí, incluídos idosos e crianças, inocentes.
São realmente uma insanidade as guerras, essas que serão descritas aconteceram no século XIX, onde o poder de destruição eram infinitamente menores do que a capacidade instalada hoje pelas grandes potências bélicas do século XXI, sabemos perfeitamente, e não somos nenhum inocente, que por traz das guerras existem as índustrias bélicas que faturam bilhões de dolares com venda de armas. Por outro lado, as grandes guerras guerras napoleônicas, 1ª guerra mundial e 2ª guerra mundial, apenas para citar algumas, já seriam combustíveis suficientes para que a humanidade tivesse um olhar mais cauteloso antes de defragar uma nova guerra, pois os tratados como por exemplo o de Versales (uma acordo de paz que encerrou oficialmente a 1ª guerra mundial, impondo pesadas sações à Alemanhã). O acordo de Postsdam 2ª guerra mundial - O Acordo de Potsdam (em alemão: Potsdamer Abkommen) foi o acordo de agosto de 1945 entre três dos Aliados da Segunda Guerra Mundial: o Reino Unido, os Estados Unidos e a União Soviética. Dizia respeito à ocupação e reconstrução militar da Alemanha, suas fronteiras e todo o território europeu. Também abordou a desmilitarização, reparações e acusação de criminosos de guerra da Alemanha. Executado como comunicado, o acordo não era um tratado de paz de acordo com o direito internacional. Foi substituído pelo Tratado Dois Mais Quatro, assinado em 12 de setembro de 1990.
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Como De Gaulle não havia sido convidado para a Conferência, os franceses resistiram à implementação dos Acordos de Potsdam em sua zona de ocupação. Em particular, os franceses se recusaram a reinstalar qualquer alemão expulso do leste. Além disso, os franceses não aceitaram nenhuma obrigação de cumprir o Acordo de Potsdam nos trabalhos do Conselho de Controle Aliado; em particular resistindo a todas as propostas para estabelecer políticas e instituições comuns em toda a Alemanha, para evitar o surgimento de um eventual governo alemão unificado.
Importante ainda foi o plano Marshall – constitui em um programa de auxílio econômico dos Estados Unidos para reconstrução da Europa após a 2ª Guerra Mundial, fornecendo bilhões de dólares em ajuda financeira, empréstimos e subsídios.
A ONU (Organização das Nações Unidas) foi criada em 1945, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, com o objetivo de garantir a paz e a segurança internacionais, promover relações amistosas entre as nações e cooperar na solução de problemas globais. Representantes de 50 países assinaram a Carta das Nações Unidas em São Francisco, em 26 de junho de 1945, e o documento entrou em vigor em 24 de outubro de 1945. Hoje a ONU, é um organismo que não consegue cumprir seus objetivos de evitar os conflitos bélicos através do mundo, em virtude da possibilidade de veto feita por alguns membros com poder de veto das resoluções votas, mesmo que essas tenham a maioria dos votos, alguns membros permantes do conselho, como EUA, Rússia, China, França, e Reino Unido, têm poder de vetar as resoluções aprovadas pela maioria do conselho.
Apesar disso, e de todo apelo pela paz no mundo, as guerras continuam a existir – as mesmas de negociação e os comites internacionais são incapazes de evita-las – agora, uma coisa é certa, em pleno século XXI, já não faz mais sentido as guerras existirem, pois bastaria que esses conflitos de interesses fossem resolvidos diplomaticamente pelos países envolvidos. – o que percebemos é que isso não acontece, e as guerras são deflagradas, independente da maioria do conselho de segurança da ONU, contra indica-las por votação majoritária dos membros da ONU.
Vimos no passado dois lideres mundiais, que tentaram reverter a órdem mundial e conquistar o mundo e acabaram causando danos ao patrimônio, são eles Napoleâo Bonaparte e Adolf Hitler, que estrapolaram no desejo de conquistar o mundo ou parte dele e, felizmente fracassaram – considerados por mim como assassinos de guerra e devem assim serem relembrados pelos históriadores, pois muitas vezes são lembrados como grandes conquistadores.
Recentemente tivemos um lider, que a todo momento faz ameaças ao mundo com a possibilidade de utilização de seu arsenal nuclear caso seja contrariado em seus interesses bélicos de reconquistar territórios perdidos durante o desmonte da antiga URSS – União da Repúblicas Socialistas Soviêticas, trata-se de Vladimir Putin, que sem um motivo que justificasse, invadiu a Ucrânia – em uma guerra que ja dura quase quatro anos, com uma marca de destruição em massa consideravel de edificações, incluíndo hospitais e estações de distribuição de eletricidade, além disso, deixa um saldo de milhares de mortos, entre militares e civis (idosos e crianças), sem contar que mais de 10 milhões de ucranianos tiveram que deixar sua terra natal – é inesplicavel que esse assassino de guerra da antiga KGB – “Comitê de Segurança de Estado”, a principal agência de inteligência e segurança interna do país.
LIVRO – GUERRA E PAZ
Após a leitura do livro “Guerra e Paz”, do autor russo Liev Tolstói, achei por bem traçar um guia com ilustrções para facilitar a compreensão do livro. Pois trata-se de um romance muito bem elaborado pelo autor, que se passa no período da guerras Napoleônicas que ocorrem entre (1805-1812).
A forma que encontrei de fazer esse guia leva em conta que essa obra escrita em dois volumes que perfazem um total de 1500 paginas, necessita de uma identificação dos personagens enlvolvidos no romance, tais como personagens fictícios e personagens reais, assim como, os locais onde aconteceram as guerras napoleônicas – cidades , rios envolvidos e monumentos históricos. E as principais batalhas das guerras napoleônicas.
“Guerra e Paz” – É um romance monumental que conta uma grande história sobre muitas pessoas, muitas vidas diferentes e muitos lugares diferentes, e, é dividido em muitas partes e são muitas idas e vindas, portanto, esse guia tem como objetivo ajudar o leitor com ilustrções e coment[arios.
“Guerra e Paz” – Contexto Histórico - Tudo começa em 1805 na Rússia, que na época era um país que mal tinha saído da idade média, isso porque ainda existia aquela estrutura de pirâmide social, que tinha o Rei Alexandre I, e abaixo, vem a nobresa russa, como príncipes e princesas, duques e duquesas, marquêses e marquesas, condee e condesas, Viscondes iscondesase e barões e baronesas em ordem decrescente de prestígio e poder. Existiam tambem uma grande camada que eram constituídas por trabalhadores, principalmente camponeses e também trabalhadores urbanos, esses trabalhadores eram sérvios (que podiam ser negociados).
“Guerra e Paz” – Dentro do contexto pelo qual foi escrito o livro, levaremos em conta uma viagem no túnel do tempo para que possamos entender os diversos aspectos das guerras napoleônicas que ocorrem nesse período de 1805 – 1812. E com isso poderemos trazer o contexto histórico da Revolução Francesa de 5 de maio 1789. E nesse contexto histórico, como, surgiu a figura de Napoleão Bonaparte, como Imperador da França.
Para isso a minha neta Beatriz, a Bia, faz um relato da Revolução Francesa de 1789, principais fatos marcantes desde a revolta da população francesa com gastos exorbitantes com o reinado de Luiz XVI e as grandes festas sutuosas realizadas no Palácio de Versales pela Rainha Maria Antonieta.
“Guia para tornar a leitura do livro, Guerra e Paz, do famoso escritor russo, Tolstói, de mais fácil compreensão, pois o excesso de personagens com nomes e sobrenomes em russo, fazem necessários que tenhamos uma estratégia para tornar a leitura mais entendível por todos.
GUERRA E PAZ – DESCRIÇÃO DE PERSONAGENS
A imensidão da obra torna-a difícil de resumir de forma clara e concisa. Além disso, o autor alinhava sua narrativa com muitas reflexões pessoais que tendem a quebrar o ritmo da leitura. A ação se instala entre 1805 e 1820, ainda que, em realidade, a essência da obra se concentre em determinados momentos-chave: a Guerra da Terceira Coalizão (1805), a Paz de Tilsit (1807) e enfim a Campanha da Rússia (1812). No entanto seria falso acreditar que "Guerra e Paz" trate apenas das relações franco-russas à época. Além das batalhas de Schoengraben, Austerlitz e de Borodino, Tolstói descreve com bastante cuidado e precisão os milhares de nobres da Rússia czarista, abordando diversos temas então em moda; a questão dos servos, as sociedades secretas e a guerra. Os personagens de "Guerra e Paz" são tão abundantes e ricamente detalhados que é difícil encontrar na obra um "herói", apesar de ser Pierre Bézoukhov o personagem mais recorrente.
Anna Pávdovna Scherer – Acolhe o príncipe Vassíli, o primeiro a chegar a sua recepção, enquanto aguarda a chegada dos demais membros da burguesia em sua residência em Saint Petersburg.
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Anna Pávdovna Scherer – Tornou-se a personagem central da recepção em que estivem presentes a fina flor da sociedade burguesa da Rússia em Saint Petersburg – e recepcionou diversas personalidades que fizeram parte desse fenomenal romance “Guerra e Paz”, escrito por Liev Tolstói – romance idealizado para compor toda trama existente durante às guerras napoleônicas no período compreendido entre (1805-1812).
Família do Príncipe Vassíli Kuragin.
Prince Vassily Sergeyevich Kuragin:
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Irina Kuragin
Pricess Irina Kuragin – Esposa do principe Vassíli
Irina, princesa Kuragin, é esposa de Igor Kuragin. Ambos fugiram de sua terra natal após a Revolução Russa, período em que se separaram.
Irina reencontra o marido na Inglaterra em 1924, enquanto está hospedada na casa de Violet Crawley. Violet lhe dá algumas de suas roupas antigas para vestir, mas Irina a trata com desdém e expressa uma profunda tristeza.
Mais tarde, Violet revela a Isobel que tentou fugir com o Príncipe Kuragin, mas foram descobertos pela princesa, que os perseguiu. A princesa tirou Violet da carruagem e a mandou de volta no transporte em que havia chegado. Violet considera esse incidente como Irina a salvando da ruína, algo de que nunca se arrependeu.
Irina e o marido logo se mudam para Paris, na França, onde outros refugiados russos se estabeleceram.
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Prince Anatole Kuragin
Anatole é o irmão de vida despreocupada de Hélène Kuragina e um soldado, embora raramente seja visto fora da Rússia no livro. Ele tenta fugir com Natasha Rostova, apesar de ser secretamente casado com uma mulher polonesa durante seu tempo no exército. Mais tarde no livro, ele tem a perna amputada na Batalha de Borodino, onde é tratado ao lado de Andrei Bolkonsky, antigo noivo de Natacha Rostova.
O príncipe Hippolyte Kuragin ainda está pensando, porque não entende. E às vezes ele procura se divertir com os outros, para falar algo, e assim como as pessoas ao redor, não entendem o significado de suas palavras.Guerra e paz Hippolyte Kuragin na Comunidade, isso ainda é compreendido como uma pessoa perigosa. No entanto, é importante falar sobre política, não apenas para mostrar que ele sabe do que estão falando.
Prince Hippolyte Kuragin
Prince Helene Kuragin
Hélène é descrita como estando em seus vinte e poucos anos e é considerada uma grande beleza na sociedade de Petersburgo, ela é considerada muito culta e inteligente por causa de suas maneiras sociais, apesar de na verdade ser bastante superficial. Chegou na recepção de Anna Pávlovna com o objetivo de buscar o príncipe Vassíli, para leva-la à uma festa na embaixada da Inglaterra, O príncipe Vassíli, era tão solicitado que Hélène, teve que alertar o pai, que iria acabar por se atrasar para a festa na embaixada.
Princess Julie Karagin Drubetskoy
Julie Karagin é uma jovem rica de Moscou. O jovem Nikolai Rostov flerta com ela, provocando o ciúme de Sonya. Julie é amiga da princesa Marya Bolkonsky e troca cartas frequentemente com ela. Conforme Julie envelhece e herda riquezas, no entanto, ela se torna mais preocupada com homens e festas, e também fica claro que sua amizade com Marya não é genuína. Ela acaba se casando com Boris Drubetskoy, com quem compartilha sua obsessão por status social.
Família – Do Conde Cirilo Vladimirovith Kutuzov
O personagem histórico em "Guerra e Paz" é o Marechal de Campo Mikhail Illarionovich Kutuzov. Não há um personagem com o nome exato "Cirilo Vladimirovich Kutuzov" na obra, mas sim o líder militar real que Tolstói retratou em seu romance.
Kutuzov é uma figura central na narrativa de Tolstói sobre a invasão francesa da Rússia em 1812:
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Líder Militar Ele é o comandante do exército russo, escolhido pelo Czar Alexandre I por sua vasta experiência e sabedoria em batalha.
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Estratégia Kutuzov é retratado como um estrategista brilhante e humilde, em contraste com a vaidade de Napoleão. Sua principal tática foi a retirada estratégica, atraindo o exército francês para o interior da Rússia e estendendo suas linhas de abastecimento, o que se mostrou decisivo para a vitória russa.
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Personagem Fictício vs. Histórico Tolstói o eleva a um patamar heroico, atribuindo a vitória russa não a um génio militar individual, mas à resiliência coletiva e ao espírito do povo russo, dos quais Kutuzov é um símbolo. A representação de Tolstói moldou fortemente a percepção pública de Kutuzov, ofuscando, muitas vezes, a verdade histórica.
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Aparência e Personalidade No livro, ele é descrito como um homem idoso, obeso e caolho, que demonstra grande sabedoria, calma e uma compreensão profunda da natureza humana e da guerra.
Em resumo, Kutuzov é uma das figuras históricas mais importantes do romance, fundamental para o desenvolvimento do tema principal da obra sobre a guerra, o destino e o papel dos grandes homens na história.
O general e marechal de campo histórico que liderou as forças russas contra Napoleão em 1812 e que é um personagem proeminente no romance é Mikhail Illarionovich Bekutuzov. Tolstói o descreve meticulosamente, juntamente com figuras históricas como Napoleão Bonaparte e o Tsar Alexandre I.
Príncipe - Pyotr Kirillovich 'Pierre' Bezukhov
Pierre é descrito como o filho ilegítimo do nobre conde russo Kutuzov . Um jovem corpulento, desengonçado e socialmente desajeitado. Ele é educado na França e retorna à Rússia, e fica meio que deslocado na sociedade russa. Sua inesperada herança de uma grande fortuna o torna socialmente desejável. Pierre é enredado pela caçadora de fortunas Hélène Kuragina, cuja eventual decepção o deixa deprimido e confuso, impulsionando uma odisseia espiritual que atravessa o romance. Desde de a recepção de Anna Pavlovna, Andrei passou a ser o seu protegido na sociedade de Saint Peterburg, pois como ele tinha passado dez anos no exterior estava desentrosado no convívio com membros da corte russa. Durante a recepção de Anna Pavlovna, acabou se aproximando de Andrei Bolkonsky, a quem convidou para cear em sua casa e foi durante esse jantar que o Andrei, demostrou todo descontentamento com o casamento, inclusive aconselhando o amigo, a só se cazar quando já estivesse velho e não serviçe para mais nada, Foi aí também que Pierre presenciou uma diálogo entre Andrei e a princesa Lisa, pois ele insistia em ir para a guerra, no que Lise disse que os homens só estão a pensar em ir para a guerra – ela ficava incoformada por estar grávida e estar sendo trocada pela guerra e a conversar chegou num ponto que Andrei solicitou que a Lisa se recolhesse, o que ela acabou fazendo, Pierre se sentiu incomodado e percebeu lagrimas nos olhos da princesinha, porém nada pode fazer a não ser se solidarizar com a princesa Lisa. Pierre acaba por se casar com Hélène Kuragin, em um casamento arranjado pelo próprio pai de Hélène o príncipe Vassíli, esse casamento acabou por divergências entre modus de vivência de cada um deles, enquanto Hélène gostava do convivio com a aristocracia da alta burguesia de São Petersburg e adora reuniões com a alta sociedade da cidade, o Pierre era avesso a essas reuniões, e estava mais preocupado em acompanhar e conhecer as propriedades herdadas do conde Bezukhov. Por essas e outras acabaram se separando e o Pierre decidiu sair de casa. Depois de um tempo resolveram voltar a viver juntos. O fato do General
Condessa Katerine Semionovna Bezukhov
A personagem Katerina Semionovna não é uma figura principal ou nomeada proeminentemente no romance Guerra e Paz, de Liev Tolstói. O romance, conhecido por seus mais de 500 personagens, concentra-se em grande parte nas famílias aristocráticas Bolkonsky, Bezukhov, Rostov e Kuragin.
É possível que o nome se refira a uma personagem secundária, talvez uma serva, uma conhecida distante ou uma pessoa mencionada de passagem. No entanto, ela não tem um papel significativo ou um arco narrativo próprio.
Caso você esteja se referindo a uma personagem de outra obra da literatura russa, como as de Fiódor Dostoiévski (autor de Crime e Castigo e outros livros), ou mesmo de Anna Karenina, o contexto pode ser diferente.
Para mais informações sobre as figuras centrais, você pode consultar um mapa de personagens de Guerra e Paz ou a lista de personagens na Wikipédia.
Condessa - Katicha Bezukhova
Condessa Sophia Bezukhova
Família do Prince Bolkonsky
Prince Nikolai Bolkonsky
O príncipe Nikolai foi um dos generais mais célebres de sua geração. Mas isso foi há muito tempo – e há muitos anos ele se isola em sua remota propriedade rural de Bald Hills( Montes Claros). Ele é um pai exigente para Andrei, a quem deseja ver trilhar uma brilhante carreira militar; e para sua filha Marya, que o ama, mas vive aterrorizada por seu temperamento explosivo e repentino. Ele mesmo com suas manias, fazia questão de cuidar da educação escolar de Maria, ela vivia isolada da sociedade e tinha a companhia de su a dama de companhia a francesa Mademoiselle Amelie Bourienne.
Príncipe Andrei Bolkonskaya
O príncipe Andrei é um jovem brilhante de família nobre e sua esposa, Lisa, está grávida de seu primeiro filho. Ele despreza o mundo fútil e superficial da sociedade de São Petersburgo. Quando a guerra começa, ele se alista como ajudante no estado-maior do general Kutuzov e deixa sua esposa na remota propriedade rural de seu pai, um homem severo. Para Andrei, é a chance que ele esperava para encontrar glória e propósito.
Princesa - Maria - Marya Dmitrievna Akhrosimova Bolkonskaya
Marya é a irmã gentil e bondosa de Andrei, que vive com o pai em sua isolada propriedade rural, com seu pai, o Principe Nikolai Bolkonsky, um senhor temperamental e cheio de manias. Ao contrário de outras jovens ricas de sua idade, ela nunca frequentou a sociedade; sua única companhia é uma jovem francesa, Mademoiselle Bourienne. Ela vive com medo de irritar ou desagradar o pai, mas encontra grande conforto em sua forte fé religiosa e no profundo amor que sente pelo irmão.
Mademoiselle Baurienne - Amelie Bourienne
Mademoiselle Bourienne foi acolhida pela família Bolkonsky quando era órfã e sem um tostão, e desde então vive na remota propriedade rural do antigo príncipe Nikolai Bolkonsky, como dama de companhia de sua filha, Marya. Em muitos aspectos, elas formam uma dupla improvável: enquanto Marya é tímida e devota, Mademoiselle Bourienne é jovial e ávida por socializar, com um toque de flerte que logo chama a atenção dos homens em sua vida.
Família – Do Conde e Condessa Rostov
Conde Ilya Rostov
O Conde Rostov é um homem afável e cordial, que se sente mais à vontade com sua família em Moscou do que na brilhante sociedade de São Petersburgo. A única coisa que se pode dizer contra o Conde é que ele é generoso demais: com tantas pessoas para cuidar e entreter, nem sempre é tão cuidadoso quanto poderia com as finanças da família.O Conde tenta ignorar os problemas e é uma pessoa muito generosa. Sempre que se depara com um problema, ele simplesmente hipoteca outra parte de sua propriedade, arruinando a família sozinho com sua generosidade, mas eu realmente gosto do seu espírito. Ele também é muito generoso de coração e sempre se certifica de que as outras pessoas estejam se divertindo.
O Conde Rostov um exímio dancarino, e gostava de se exibir para a plateia, e chamava a atenção de todos , inclusive a sua filha Natasha, comentava , veja como o meu pais dança bem. E lá ia o conde Rostov se remechendo todo e mostrando suas habilidades nos movimentos que fazia com as pernas, mostrando toda sua habilidade como dancarino.
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Condessa Natalya Rostov
A Cndessa Rostova é uma mãe dedicada aos seus três filhos, Nikolai, Natasha e Petya. Ela deseja vê-los todos felizes, mas a Condessa é mais pragmática que o marido e entende que a segurança financeira também é importante. Talvez seja por isso que ela não gosta da prima Sonya – cujo amor por Nikolai ameaça colocar o filho diante de difíceis escolhas. Em casa dos Rostov celebrava-se o aniversário das duas Natalias, a mãe e a filha caçula. Desde manhã que era um chegar e partir de carruagens sem fim com visitas para o palácio da condessa Rostov, na Povarskaia, palácio que todos conheciam em Moscou.A condessa, acompanhada pela bela filha mais velha, não paravam de rir uns para os outros, sentados na sala de visitas. A Condessa Rostova teve
que lidar com muitas dificuldades emocionais, o que afetou sua saúde e a deixou bastante frágil. Seu marido tem sido extravagante e gastador, e o filho deles tem problemas com jogos de azar. É muito difícil para ela. Mas, apesar de tudo isso, o Conde e a Condessa ainda são muito unidos. Eles são um casal que se ama de verdade.As pessoas são cheias de contradições, então, como mãe, a Condessa precisa encontrar um equilíbrio entre carinho e amor, e raiva e frustração. É muito difícil e, inevitavelmente, cometemos erros.
Nikolai é o filho mais velho dos Rostov. Ao longo do romance, ele é frequentemente chamado simplesmente de "Rostov". Ele e sua irmã mais nova, Natasha, são amigos íntimos. Nikolai serve na guerra de 1805 com os hussardos de Pavlogradsky, sob o comando de um comandante de esquadrão chamado Denisov, por quem faz amizade e a quem admira. Nikolai possui um profundo, quase exagerado, senso de honra e lealdade, como ilustra o incidente envolvendo o ladrão Telyanin e seu comandante Bogdanych.Seu senso de honra às vezes se manifesta em um temperamento explosivo. Em Schöngraben, sua primeira grande batalha, Nikolai sofre um ferimento leve, entra em pânico e foge dos franceses que o atacavam, embora receba uma promoção posteriormente e deixe que os outros acreditem que lutou bravamente. Quando Nikolai retorna para casa em licença no inverno de 1805-1806, ele ignora sua paixão de infância por sua prima de segundo grau, Sonya. No ano seguinte, ele faz amizade com Dolokhov, que o engana em 43.000 rublos pouco antes de Nikolai retornar ao seu regimento. Nikolai se sente mais feliz no regimento do que vivendo no mundo exterior moralmente ambíguo, mas quando visita um hospital de campanha e contrasta o sofrimento dos soldados com as pomposas cerimônias imperiais, seus firmes princípios são de certa forma abalados. Alguns anos depois, Nikolai retorna à propriedade rural de sua família,onde se torna um ávido caçador e reacende seu romance com Sonya. Em 1812, de volta ao exército, é promovido a capitão e condecorado por heroísmo após liderar um ataque e capturar um francês, mas sente-se perturbado com esse suposto "heroísmo". Mais tarde, enquanto estava estacionado perto de Bogucharovo, Nikolai ajuda a princesa Marya com alguns camponeses problemáticos e começa a se apaixonar por ela. Após a guerra, Nikolai retorna a Moscou para pagar as dívidas de seu falecido pai e, embora inicialmente rejeite Marya, eles finalmente se casam em 1814. Nikolai torna-se um fazendeiro apaixonado e bem-sucedido, amado por seus camponeses. No final do romance, em 1820, ele e Marya têm três filhos e outro a caminho.
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Prince Nikolai Rostov
Características e Papel na Trama
Relações e Desenvolvimento
Conclusão
Vera Rostov, embora não seja a protagonista, desempenha um papel significativo na narrativa de "Guerra e Paz", representando as complexidades da vida aristocrática russa e as consequências das escolhas pessoais em tempos de crise. Sua história, junto com a de sua família, ajuda a tecer a rica tapeçaria social que Tolstói explora em sua obra-prima.
Condessa Vera Rostov
Condessa Natasha Rostov
Dentre esses personagens, um dos mais destacados é Natasha , de alma pura e poética; durante o romance, ela tem várias paixões: no décimo capítulo da primeira parte, depois de ter proposto a seu primeiro amante, Boris Drubetskòj, beijar seu boneco, ela mesma o beija; mais tarde ele se apaixona por Andrei Bolkònskij, outra figura importante na trama do livro, e os dois querem se casar, mas não têm o consentimento de seu pai amargo, que propõe ao filho pensar com cuidado durante uma longa jornada que este último empreenderá na Europa também por razões de saúde. Andrei faz uma proposta a Natasha: ele lhe dá sua palavra de se casar com ela no final da viagem, mas se ela encontrou outro amante nesse meio tempo, ela não ficará vinculada à promessa feita a ele. Inicialmente, a garota aceita de bom grado, mas fica cada vez mais nervosa quando seu namorado chega tarde e finalmente estende a mão para beijar a encantadora Anatòle Kuràgin em sua ausência e concorda com ele em fugir com ele sem seu conhecimento. o plano falha graças à intervenção da enérgica tia Maria Dmitrevna. Segue-se um período triste e difícil para Natasha em que até tenta suicídio por envenenamento, que termina com uma doença muito grave e, finalmente, sua recuperação. Seu único consolo é Pierre Bezuchov, amigo de Andrei que a aconselhou durante sua ausência em caso de dificuldade; no entanto, ele está apaixonado por ela e para evitar complicações decide parar de namorar com ela. Enquanto isso, Andrei participou da Batalha de Borodinó , na qual foi gravemente ferido, como muitos outros homens, alguns dos quais são transportados por piedade pelos Rostov para longe da decadente Moscou ; entre estes está também Andrei, que não é notado inicialmente, mas que é avistado por Sònja, que comunica o fato a Natasha. Este voltou a amá-lo, mas agora para Andrei acabou: ele morre entre a assistência de sua irmã Maria e sua noiva, que, superada um período difícil de tristeza e solidão, se casa com Pierre, que, após algumas hesitações, decidiu anunciar seu amor. No final do romance, Natasha perdeu muito de sua poesia antiga: ela está muito ocupada cuidando da casa e de seus muitos filhos.
Conde Petys Rostov
O membro mais jovem da família Rostov, Petya, é inicialmente um personagem secundário; no entanto, perto do final do romance, sua importância para a trama aumenta quando ele se junta ao exército russo na defesa contra a invasão francesa de 1812. Nos estágios finais do livro, Petya participa de um ataque a um corpo francês e é mortalmente ferido. Essa cena, juntamente com a morte do Príncipe Andrei Nikolayevich Bolkonski, é uma das mais famosas (e chocantes) da literatura russa clássica. Conde Pétia "Pétroucha" Rostov ( p. 48 ): Último filho da família Rostov. Impetuoso e imprudente, ele sonha em realizar as mesmas façanhas de seu irmão Nicolas Rostov. Ele convence seus pais e se alista na milícia, então no exército ativo, onde conhece
Príncesa Sónia Bekutuzov
Sonia Rostova é a prima e melhor amiga de Natasha Rostova em "Guerra e Paz". Ela é uma personagem altruísta, conhecida por seu papel em ser a companheira fiel de Natasha após o incidente com Anatole e por seu sacrifício pessoal. Embora ela e seu primo Nikolai Rostov tenham um amor proibido devido ao parentesco, ela acaba se sacrificando para que ele se case com a rica princesa Maria Bolkonskaya e salve a família da ruína financeira.
Sonya Rostova é prima de Natasha Rostova e afilhada de Marya Dmitryevna. Ela é descrita como uma pessoa bondosa e a amiga mais próxima de Natasha. Não sabemos muito sobre Sonya, além de que ela se importa profundamente com sua prima, Natasha.
"Sonya Alone" e "Natasha Very Ill" são as únicas canções solo de Sonya neste musical. Em "Sonya Alone", ela fala sobre sua ansiedade e medo em relação ao rumo que a vida de Natasha está tomando e ao rumo que a sua própria vida está tomando. Ela observa com medo enquanto Natasha entra em um estado anormal e assustador, dependendo das cartas de Anatole para ser feliz. Sonya gostaria de poder fazer mais, mas não tem ideia do que fazer; ela sente muita falta da prima e amiga.
Além do Prólogo, ela aparece pela primeira vez em Moscou ao lado de Natasha e Marya. Natasha e ela estão hospedadas na casa da madrinha em Moscou, pois aguardam seus noivos, que estão lutando na guerra. Na ópera, ela está ao lado da prima enquanto assistem ao espetáculo grotesco, porém fascinante; ela não tem um papel de destaque na música, além de narrar alguns versos. Em "Domingo de Manhã", Sonya mostra à prima um truque: acender uma vela e olhar em frente a um espelho revela o futuro. Infelizmente, ela acaba assustando a prima, pois Natasha vê um homem deitado no chão e fica sem saber o que pensar. Marya as interrompe para irem à igreja antes que a situação se resolva. Em "Sonya e Natasha", Sonya encontra uma carta de amor que Anatole Kuragin escreveu para Natasha e a confronta. O confronto rapidamente se transforma em uma briga, pois Sonya diz à prima que essa fuga com Anatole arruinará não apenas o nome de Natasha, mas também o da família. Natasha grita com Sonya, afirmando que não a ama mais e que Sonya agora é sua inimiga. Sonya cai em prantos e então a cena muda para Sonya Sozinha.
Sua última aparição é em "In My House", onde ela tem um papel muito pequeno, tentando, sem sucesso, beijar e abraçar Natasha para confortá-la depois que Marya expulsou Anatole em sua tentativa de sequestrar a garota. Assim que Natasha se joga no sofá, Sonya tenta abraçá-la, mas Marya a impede e diz para deixar a garota dormir.
No livro Guerra e Paz, Sonya é órfã e depende da família Rostov para ter um lar e dinheiro. Isso nos dá uma nova perspectiva sobre o porquê de ela ter ficado tão desesperada ao descobrir que Natasha e Anatole planejavam fugir juntos, pois se a reputação da família Rostov desmoronasse, ela não teria mais vida. Ela também mantém um relacionamento amoroso e incestuoso com seu primo Nikolai Rostov, com quem podemos presumir que ela esteja noiva neste musical.
Maria Feodorovna (em russo: Мария Фёдоровна; Sophie Marie Dorothea Auguste Luise; 25 de outubro de 1759 – 5 de novembro de 1828 [24 de outubro no calendário juliano]) tornou-se Imperatriz da Rússia como segunda esposa do Imperador Paulo I. Ela fundou o Escritório das Instituições da Imperatriz Maria.
Filha do Duque Frederico Eugênio de Württemberg e da Princesa Frederica de Brandemburgo-Schwedt, Sofia Doroteia pertencia a um ramo secundário da Casa de Württemberg e cresceu em Montbéliard, recebendo uma excelente educação para a sua época. Após o Grão-Duque Paulo (o futuro Paulo I da Rússia) ficar viúvo em 1776, o Rei Frederico II da Prússia (tio-avô materno de Sofia Doroteia) e a Imperatriz Catarina II da Rússia escolheram Sofia Doroteia como a candidata ideal para se tornar a segunda esposa de Paulo. Apesar do caráter difícil de seu noivo, ela desenvolveu um relacionamento longo e pacífico com Paulo e se converteu à Igreja Ortodoxa Russa em 1776, adotando o nome de Maria Feodorovna. Durante o longo reinado (1762-1796) de sua sogra, ela se aliou ao marido e perdeu o afeto inicial que a imperatriz reinante nutria por ela. O casal foi completamente excluído de qualquer influência política, pois mãe e filho desconfiavam um do outro. Foram forçados a viver isolados no Palácio de Gatchina, onde tiveram muitos filhos.
Após a ascensão de seu marido ao trono russo em 1796, Maria Feodorovna exerceu uma influência considerável e benéfica durante os quatro anos de seu reinado. Na noite do assassinato de Paulo I (23 de março [11 de março no calendário juliano] de 1801), ela pensou em seguir o exemplo de sua sogra e reivindicar o trono, mas seu filho, o futuro Imperador Alexandre I, a dissuadiu. Em vez disso, ela instituiu a precedência segundo a qual a Imperatriz viúva tinha precedência sobre a esposa do monarca reinante, um sistema exclusivo da corte russa. Inteligente, determinada e enérgica, Maria Feodorovna fundou e administrou todas as instituições de caridade do Império Russo, remodelou os palácios de Gatchina e Pavlovsk e incentivou laços estrangeiros direcionados contra Napoleão I da França. Ela frequentemente aconselhava politicamente seus filhos, que a tinham em alta estima. A família imperial lamentou profundamente sua morte, e seus sucessores a consideraram um exemplo a ser seguido.
Feyda Dolokhovi
Bilibin
A família Rostov, uma das famílias aristocráticas centrais em "Guerra e Paz", é retratada como afetuosa e tradicional, mas financeiramente desorganizada. O patriarca é o Conde Ilya Rostov, e sua esposa, a Condessa Natalya Rostova, lida com as dificuldades financeiras da família. Seus filhos incluem Natasha, a protagonista romântica e enérgica; Nikolai, o soldado e irmão de Natasha; a filha mais velha e fria, Vera; e o caçula, Petya.
Pricess Lisa Bolkonskaya
Natacha
General Kutozov
Levin August Von Bennigsen
O membro mais jovem da família Rostov, Petya, é inicialmente um personagem secundário; no entanto, perto do final do romance, sua importância para a trama aumenta quando ele se junta ao exército russo na defesa contra a invasão francesa de 1812. Nos estágios finais do livro, Petya participa de um ataque a um corpo francês e é mortalmente ferido. Essa cena, juntamente com a morte do Príncipe Andrei Nikolayevich Bolkonski, é uma das mais famosas (e chocantes) da literatura russa clássica. Conde Pétia "Pétroucha" Rostov ( p. 48 ): Último filho da família Rostov. Impetuoso e imprudente, ele sonha em realizar as mesmas façanhas de seu irmão Nicolas Rostov. Ele convence seus pais e se alista na milícia, então no exército ativo, onde conhece
Conde Petys Rostov
Sobrinha do conde Sonya Rostov, no início do romance, Sonya, de 15 anos, está apaixonada por seu primo, Nikolai Rostov, que inicialmente retribui seus sentimentos. Sonya não tem meios de subsistência próprios e a mãe de Nikolai se opõe ao casamento; ela e Nikolai juram amor eterno antes que ele parta para lutar na guerra. Nikolai retorna para casa em licença com Dolokhov, um companheiro soldado. Dolokhov fica encantado por Sonya e a pede em casamento. A condessa a encoraja a aceitar, mas Sonya recusa. Natasha pede a Nikolai que tente fazê-la mudar de ideia, mas ela não o faz. Ela sabe que Nikolai não retribui mais seu afeto, mas oferece seu próprio amor livre e incondicionalmente.
Príncesa Sonya Rostov
Família da Princss Anna Mikailovna
Princess Anna Mikailovna
Anna Mikhailovna quer o melhor para seu amado filho, Boris. Infelizmente, ela não é a pessoa mais rica ou influente da sociedade de São Petersburgo. Mas Anna Mikhailovna é uma grande oportunista e, mantendo os olhos e ouvidos bem abertos e exercendo a pressão certa sobre as pessoas ao seu redor, espera garantir um futuro brilhante para o filho. Durante a recepção de Anna Pavlovna, ela intercedeu junto ao príncipe Vassíli, para conseguir uma colocação para seu filho Bóris no exército russo. A princesa Anna Mikailovna Drubetskaia também se encontrava presente, íntima da casa que era, ajudando-a a receber as visitas e a manter a conversação- Ela também teve que ser atendida com o dinheiro necessário para a compra da farda do Bóris – O príncipe Ilya Rostov, teve a gentileza de atender essa demanda do Bóris. A príncesa Anna Mikhailovna, amiga da condessa Rostov, foi para Moscou para o aniversário da condessa.
Prince Bóris Mikailovna
Boris é o único filho de Anna Mikhailovna e o xodó dela. Embora se incomode com os planos dela para sua ascensão, ele também colhe os frutos – conquistando uma posição de destaque no estado-maior do czar russo durante a campanha contra Napoleão. Primo distante dos Rostov, Boris cresceu no seio da família, sendo amigo de Nikolai e talvez até mesmo pretendente de Natasha.
Idioma
Apesar de Tolstói ter escrito a maior parte do livro, incluindo toda a narrativa, em russo, partes significativas dos diálogos em todo o livro (incluindo a sentença inicial) são escritas em francês. Isso meramente reflete a realidade da época, já que toda a aristocracia russa do século XIX falava o francês e empregava a língua entre si em vez do russo. Tolstói chega a fazer referência a um aristocrata russo já adulto que tem lições de russo para tentar dominar a língua nacional. De forma menos realista, os franceses retratados na novela, incluindo o próprio Bonaparte, às vezes falam em francês, às vezes em russo.
Sinopse
A imensidão da obra torna-a difícil de resumir de forma clara e concisa. Além disso, o autor alinhava sua narrativa com muitas reflexões pessoais que tendem a quebrar o ritmo da leitura. A ação se instala entre 1805 e 1820, ainda que, em realidade, a essência da obra se concentre em determinados momentos-chave: a Guerra da Terceira Coalizão (1805), a Paz de Tilsit (1807) e enfim a Campanha da Rússia (1812). No entanto seria falso acreditar que "Guerra e Paz" trate apenas das relações franco-russas à época. Além das batalhas de Schoengraben, Austerlitz e de Borodino, Tolstói descreve com bastante cuidado e precisão os milhares de nobres da Rússia czarista, abordando diversos temas então em moda; a questão dos servos, as sociedades secretas e a guerra. Os personagens de "Guerra e Paz" são tão abundantes e ricamente detalhados que é difícil encontrar na obra um "herói", apesar de ser Pierre Bézoukhov o personagem mais recorrente.
Livro Um
A novela começa na cidade russa de São Petersburgo, numa festa dada em julho de 1805 por Anna Pavlovna Scherer - dama de honra e confidente da Czarina Viúva e Mãe Maria Feodorovna. Os principais personagens e famílias aristocráticas da novela são conhecidos aqui. Pierre Bezukhov é filho ilegítimo de um conde abastado à beira da morte e é inesperadamente envolvido em uma disputa pela herança. Educado na França, com a mãe morta, Pierre é essencialmente bondoso mas sem tato social, de natureza aberta, e sente dificuldades para se integrar à sociedade de São Petersburgo.
Csar Alexandre I
O amigo de Pierre, o inteligente e sardônico príncipe André Bolkonsky, marido da encantadora Lisa, também comparece à festa. Julgando a sociedade de São Petersburgo enjoada e sentindo-se desconfortável com a vida de casado, André escolhe ser ajudante de campo do príncipe Mikhail Kutuzov na Guerra da Terceira Coalizão contra Napoleão.
Tolstói desvia então a ação para Moscou, a velha cidade russa, em contraste com São Peterburgo. A família Rostov, residente na cidade, será um dos mais importantes núcleos da novela. A família do conde moscovita Ilya Rostov possui quatro filhos adolescentes. A jovem Natasha está supostamente apaixonada por Boris, um oficial disciplinado e também seu parente. O irmão, Nicolau, faz juras de amor juvenil a sua prima mais nova, Sônia. A filha mais velha, Vera, é fria e, de alguma forma, arrogante mas tem uma boa perspectiva de casamento com um oficial alemão, Berg. Pétia é o caçula da família Rostov; como seu irmão, é impetuoso e anseia por se juntar ao exército ao chegar a idade. Os cabeças da família, Conde Ilya Rostov e Condessa Natalya Rostova, formam um casal afetuoso mas sempre envolvidos em dificuldades financeiras.
O príncipe André, ao partir para a guerra, deixa sua esposa grávida na casa de campo da família com seu pai, o excêntrico Príncipe Nikolai Andreivitch Bolkonsky, e sua irmã Maria Bolkonskaya.
A segunda parte deste livro abre-se com a descrição dos preparativos da iminente guerra franco-russa. Na Batalha de Schöngrabern, Nicolau Rostov, agora lotado ao esquadrão de hussardos, tem seu batismo de fogo. Ele conhece o príncipe André de quem, a princípio, não gosta. Como todos os jovens soldados ele se sente atraído pelo carisma do czar Alexandre. Através do jogo, também trava conhecimento com os oficiais Denisov e Dolokhov.
Guerras Napoleônicas na Europa
Em 1805, comandou as tropas russas contra o avanço de Napoleão em Viena. Após a derrota dos austríacos na batalha de Ulm, recuou as forças russas percorrendo 425 km de Braunau a Olmutz, derrotando Joaquim Murat em Amstetten e o general Édouard Mortier na renhida Batalha de Dürrenstein a 11 de novembro de 1805, evitando desta maneira que o exército russo fosse cercado pelas forças napoleônicas
Ainda durante a terceira coligação, na véspera da Batalha de Austerlitz, Kutuzov tentou prevenir os generais aliados de entrarem em batalha mas, sendo desautorizado pelo czar, que apoiou o plano dos austríacos, prestou tão pouco interesse ao assunto que chegou a adormecer quando lhe leram as deliberações militares.
Embora fosse nominalmente o comandante em chefe do exército russo, na Batalha de Austerlitz, comandou apenas o IV Corpo do exército aliado, pois o czar tinha receio de ficar responsável caso o seu plano falhasse.[19]
Kutuzov esteve, contudo pessoalmente empenhado na batalha (2 de dezembro de 1805), onde foi ferido. Apesar disso organizou a retirada para Rússia, através da Hungria.
Entre 1806 a 1811, Kutuzov foi governador-geral da Lituânia e de Kiev. Ficou, então, encarregado de dirigir o exército russo no conflito contra o Império Otomano (Guerra Russo-Turca 1806-1812). Compreendendo, contudo, que as suas tropas viriam a ser mais necessárias na inevitável guerra com os franceses, rapidamente fez diligências para que fosse assinado o Tratado de Bucareste, que estipulava a incorporação da Bessarábia no Império Russo. Foi elevado à príncipe (knyaz) graças a tal feito.
LIVRO DOIS
O Livro Dois começa com Nicolau Rostov voltando para sua casa em Moscou para uma visita breve, no início de 1806. Nicolau encontra a família às voltas com a ruína financeira devido à má administração do patrimônio. Com Denisov, passa um inverno agitado em Moscou. Natasha transformou-se numa bela moça e é assediada por Denisov mas não o aceita. Apesar dos pedidos da mãe para encontrar um partido com boas perspectivas financeiras para casar-se, Nicolau rejeita essa sugestão e promete casar-se com seu amor de infância, sua prima Sônia, órfã e sem fortuna.
Se existe um personagem central em "Guerra e Paz" ele é Pierre Bezukhov que, após receber uma herança inesperada, de repente vê-se às voltas com as responsabilidades e conflitos inerentes a sua nova posição social. Ele então casa-se com Helena, bela e imoral filha do príncipe Kuragin, mesmo que contra seu próprio julgamento. Frente aos numerosos casos da mulher, ele permanece desajustado, duela com um desses amantes e sente-se angustiado quando tudo isso acontece. Junta-se então à franco-maçonaria. A maior parte deste livro dedica-se às lutas de Pierre contra suas paixões e seus conflitos espirituais na busca por tornar-se um homem melhor. Agora um rico aristocrata, vê desvanecer seu comportamento irresponsável e inicia uma busca pessoal: como viver uma vida moral dentro de um mundo eticamente imperfeito? Esta pergunta constantemente perturba e confunde Pierre. Ele pretende libertar seus servos mas sempre termina por protelar a decisão.
Batalha de Austerlitz - Quadro de François Gérard
Pierre é constantemente confrontado com a inteligência e ambição de André Bolkonsky. Na Batalha de Austerlitz, André é inspirado por uma visão de glória e lidera uma carga do exército mas sofre um ferimento quase fatal que o deixa inconsciente. Em face da morte, André percebe que toda a sua antiga ambição é inútil e que mesmo seu herói, Napoleão (que o resgata quando de uma incursão a cavalo pelo campo de batalha), é aparentemente tão venal quanto ele.
O príncipe André recupera-se dos ferimentos em um hospital militar e volta para casa, exatamente quando sua mulher, Lisa, esta em trabalho de parto, morrendo logo após dar à luz o filho do príncipe André. Ele sente-se então culpado por não ter tratado a mulher melhor enquanto ela ainda estava viva.
Sobrecarregado com o peso desta desilusão niilista, André retira-se para uma vida anônima em sua propriedade até que é conduzido a uma discussão filosófica por Pierre, que um dia vai visitá-lo. Ao percorrer a propriedade ele faz a seguinte pergunta: onde está Deus neste mundo amoral?
A jovem Natasha encontra André em seu primeiro baile e o revigora brevemente com sua vivacidade. André passa a crer ter encontrado uma proposta de vida novamente. No entanto, os planos de casamento imediato do casal têm que ser postergados para um ano de comprometimento antes do casamento, por solicitação das famílias.
Quando o príncipe André reassume seus encargos militares, Helena e seu sedutor irmão Anatole conspiram para que este seduza e desonre a jovem, ainda imatura e agora bela Natasha Rostova. Eles a seduzem com planos de raptá-la porém, graças à prima Sônia e a Pierre, veem estes planos fracassarem. Esta situação propicia com que Pierre tenha um importante encontro com Natasha e sinta-se apaixonado pela moça. A passagem do Grande Cometa de 1811-2 pelos céus coincide com um novo começo de vida para Pierre.
Livro Três
Natasha rompe seu compromisso com André. Envergonhada por sua quase-sedução, ela contrai uma doença séria mas, com a ajuda de sua família, de Pierre e com sua fé religiosa, consegue perseverar através deste período nefasto de sua vida.
Nesse interim, toda a Rússia é afetada pelo iminente embate entre as tropas russas e as de Napoleão. Pierre convence-se, através da numerologia, que Napoleão é o Anticristo do Apocalipse. O velho príncipe Bolkonsky, pai de André, morre de um acidente vascular cerebral e, em Moscou, Pétia, o filho mais novo dos Rostov, convence os pais a deixá-lo alistar-se no exército.
Ao mesmo tempo, Nicolau transforma-se no cavaleiro andante de Maria Bolkonskaya, irmã de André, às voltas com uma propriedade repleta de servos hostis e rebeldes. Esta primeira aproximação entre os dois, faz com que Nicolau comece a reconsiderar suas perspectivas matrimoniais, ao sentir-se atraído pela devoção, consideração e, por que não, pela herança de Maria. No entanto, Nicolau sente-se ainda preso ao compromisso assumido com Sônia, quando bem mais jovem, e hesita em envolver-se com a herdeira dos Bolkonsky.
À medida que Napoleão se aproxima da Rússia, Pierre decide abandonar Moscou e assistir à Batalha de Borodino de um ponto de vista privilegiado, próximo à artilharia russa. Depois de observar por um tempo, ele decide ajudar, carregando as armas. Envolvido no tumulto, Pierre experimenta pela primeira vez a morte e a destruição da guerra. A guerra torna-se uma enorme carnificina para ambos os lados e termina praticamente "empatada". Os russos, entretanto, obtiveram uma vitória moral por fazerem frente ao aparentemente invencível exército de Napoleão. Tendo sofrido numerosas baixas durante a batalha e por razões estratégicas, o exército russo recua no dia seguinte, abrindo caminho para que Napoleão marche contra Moscou.
Livro Quatro
Livro Quatro
O Livro Quatro é o clímax da invasão de Napoleão à Rússia. Quando o Grande Exército de Napoleão ocupa uma Moscou abandonada e queimada, Pierre parte numa missão quixotesca para assassinar o imperador francês. Ele torna-se um anônimo em meio ao caos da cidade destruída, disfarçando-se de servo e escondendo sua posição e estilo de vida. A única pessoa a descobrir o disfarce de Pierre é Natasha, que o reconhece, e ele percebe então a dimensão total do seu amor por ela.
Os franceses em Moscou - autor desconhecido
Seu plano falha e ele é capturado no quartel-general de Napoleão, como prisioneiro de guerra, depois de salvar uma criança de um prédio em chamas e de agredir um legionário francês quando este atacava uma mulher. Ele torna-se amigo de seu colega de cela, Platão Karataev, um servo incapaz de qualquer malícia. Nele Pierre finalmente encontra o que procurava: uma pessoa honesta, redonda, sem qualquer pretensão. Karataev é o oposto da aristocracia de São Petersburgo e um notável membro da classe trabalhadora, com quem Pierre descobre o sentido na vida simples apenas por conviver e interagir com ele. Depois de testemunhar soldados franceses saqueando Moscou e atirando em civis arbitrariamente, Pierre é forçado a marchar com o Grande Exército durante sua desastrosa retirada de Moscou devido ao inverno rigoroso. Após meses de julgamento e atribulação - durante os quais Karataev é caprichosamente baleado - Pierre é libertado pelos russos após uma pequena escaramuça onde vê o jovem Pétia Rostov ser morto em ação.
Enquanto isso, André, ferido durante a invasão de Napoleão, é recolhido pelos Rostovs. Reúne-se assim a Natasha e sua irmã Maria antes do fim da guerra. Nessa ocasião André e Natasha por primeira vez voltam a encontrar-se, e Natasha obtém o perdão de André, que se encontra em um estado de saúde frágil. Afinal André se recupera e reata uma relação de serena amizade com Natasha.
Com a novela chegando ao final, a mulher de Pierre, Helena distante de Pierre,morre, devido a uma doença que contraiu; e Pierre reúne-se a Natasha, enquanto os russos, vitoriosos, reconstroem Moscou. Natasha fala da morte de André e Pierre da de Karataev. Os dois estão cientes de um vínculo crescente entre eles, em seu luto. Com a intervenção da princesa Maria, Pierre encontra finalmente o amor e, revelando este amor a Natasha, depois da morte de sua esposa Helena, casa-se com ela.





