
Adam Smith - O pai do Liberalismo
Adam Smith escreveu o seu famoso livro, “A RIQUEZA DAS NACÕES” em 1776. A seguir um trecho do livro de Adm Smith, mostrando a necessidade cada vez maior de respeito a propriedade privada, criação de empresas privadas e liberdades para empreender e prosperar na economia diante de um estado mínimo, porém, não ausente.
Adam Smith, nasceu em Kirkcaldy, Reino Unido, em 16 de junho de 1723 e faleceu em Edimburgo, Reino Unido em 17 de julho de 1970.
Filósofo, economista e cientista social, Adam Smith foi um dos maiores w, lugar onde publicou sua primeira obra, “Apensadores da história do liberalismo atual. Estudou na Universidade de Oxford e lecionou filosofia e lógica na Universidade de Glasgow, lugar onde publicou a sua primeira obra, “A Teoria dos Sentimentos Mortais” O século XVIII, chamado “O século da Luzes”, foi um período muito rico em termos de novas ideias e críticas que geraram grandes mudanças no mundo como a Grandes pensadores fizeram parte do revolução francesa e a independência das colônias inglesas na América do Norte.
Grandes pensadores fizeram parte do movimento iluminista, como: Rousseoau, Montesquieu, Voltaire, Locke, Diderot e D’Alembert.
foi um movimento filosófico e intelectual, com grandes implicações políticas, sociais e econômicas, que vigorou na Europa durante a Idade Moderna, mas cujo auge se deu no século XVIII, também conhecido como o “Século das Luzes”.
Esta referência procura identificar a razão – centro do pensamento como uma luz capaz de iluminar o conhecimento dos homens sobre o mundo. Foi um movimento bastante heterogêneo, com manifestações em diversos países da Europa, em especial França e Inglaterra, e até em colônias da América.
Na economia, dentre outros nomes como Quensnay, Gpornay e Adam Smith, defendiam a liberdade econômica, ou seja, que a economia pudesse se movimentar de acordo com suas próprias leis. Movimento o qual Adam Smith seguiu fielmente a ponto de torna-se um dos maiores defensores da não intervenção do governo na economia e do direito à propriedade privada.
Suas ideias foram adotadas principalmente por burgueses e comerciantes da Europa moderna, uma vez que eram contra ao mercantilismo imposto pelos reis absolutistas da época. A crença liberal de que a livre concorrência entre os produtores era a melhor forma de regular o mercado, alocar os recursos e otimizar a produção mudou para sempre a forma em que o homem enxergava o mundo e concomitantemente, a partir daí, uma nova forma de conduzir a história.
Sua principal obra, e que o tornou famoso, foi a “Pesquisa Sobre a Natureza e as Causas das Riquezas das Naçoes, lançado em 1776.
Considerada a bíblia do liberalismo econômico, A Riqueza das Nações, é a obra em que Adam Smith demostra que a divisão do trabalho, na qual cada indivíduo faz o que lhe é específico, e a melhor maneira descontrolada e volúvel, mas trata-se de um ser organizado. O mercado segue suas próprias regras e é guiado por uma “mão invisível” que busca encontrar para cada comprador, um vendedor e, portanto, não deixa faltar e nem sobrar nada. O que resulta na maximização do benefício para a sociedade.
Adam Smith explica que a “mão invisível” não funcionaria adequadamente se houvesse impedimentos ao livre comércio. Ele, era portanto, um forte oponente aos altos impostos e às intervenções do governo, que afirmava resultar em uma economia menos eficiente, e assim fazendo gerar menos riqueza . A despeito disso, Smith reconhecia que algumas restrições e controles do governo sobre a economia são necessários para coibir, por exemplo, o monopólio de um determinado setor que prejudicaria o funcionamento normal da economia. Este conceito de “mão invisível” foi baseado em uma expressão francesa , “laissez faire”, que significa que o governo deveria deixar o mercado e os indivíduos livres para lidar com seus próprios assuntos.
A ideia central de Smith em A Riqueza das Nações é de que o mercado aparentemente caótico, é, na verdade, organizado e produz as espécies e quantidades de bens que são mais desejados pela população e que a interferência excessiva distorce as leis naturais da oferta e procura.
Vamos trazer a luz do conhecimento o que acreditaram e ainda acreditam os defensores do livre mercado, com estado mínimo, com um sistema concorrencial e com mínima intervenção governamental. Isso são os ensinamentos oriundos desde 1776, quando Adam Smith publicou o livro “ A Riqueza das Nações”, com total apoio a livre iniciativa em que a geração de empregos se dará conforme avançam no mercado a competitividade entre empresas da iniciativa privada em determinado setor da economia. Em parte do seu livro o escocês Adam Smith, descreve em seu livro: A Riqueza das Nações escrito em 9 de março de 1776. “Adam Smith discordava e alegava que a riqueza de uma nação está na habilidade de produzir bens. Para isso, os cidadãos devem ser capacitados e o Estado não deve intervir. Ele defendia a iniciativa privada, a não intervenção do Estado na economia e a liberdade contratual empregados.” entre patrões e Em um trecho do seu livro ele faz referência: “ Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro e do padeiro que esperamos o nosso jantar, mas da consideração que eles têm pelos próprios interesses. Apelamos não a humanidade, mas ao amor-próprio, e nunca falamos de nossas suas necessidades, mas das vantagens que eles podem obter.” Adam Smith deixou ainda uma celebre frase sobre o que pensa da economia: “A mão invisível do Mercado”, segundo ele, se a economia fosse livre, sem intervenção alguma de órgãos externos ou do governo, ela irá se regular de forma automática, como se houvesse uma mão invisível por trás de tudo, fazendo com que os preços dos produtos fossem ditados pelo próprio mercado, conforme sua necessidade. Uma Analogia empregada por Adam Smith, para explicar como numa economia concorrencial, a busca pelo interesse individual pode resultar em melhoria do bem comum. Segundo o pensador escocês, há um mecanismo natural no mercado que distribui socialmente, de alguma maneira, os ganhos individuais.
Ou seja, na aplicação dos ensinamentos de Adam Smith, ocorrem melhorias da qualidade de vida da sociedade, pois a medida que as nações vão criando suas próprias riquezas, elas irão sendo revertidas em melhores salários para a classe trabalhadora, sem que haja necessidade do estado intervir com assistencialismos como acontece aqui no Brasil, que sabemos muito bem, que essas assistências governamentais não refletem em melhorias da qualidade de vida da sociedade, muito pelo contrário, cria-se uma sociedade dependente e improdutiva.

Milton Friedman - Um dos principais discípulos de Adam Smith - Professor de economia da Escola de Chicago de Economia - De onde sairam os formandos, denominados de Chicagos Boys, dentre eles Paulo Guedes.
L I VRE P A RA E S C O L H E R
Na realidade esse título escolhido por mim foi o nome dado ao livro do famoso escritor americano, Milton Friedman, e fazia parte de um pequeno encarte de anotações que pretendia escrever sobre “O Liberalismo Econômico”, que por sua vez, está relacionado diretamente a “Liberdade Econômica em sua Plenitude”, e a sua importância para o mundo conteporâneo, esse encarte estava sendo salvo em um HD externo, que foi inutilizado e até hoje ainda não consegui recupera-lo, quem sabe um dia farei isso.
Sobre Milton Friedman - Discípulo de Adam Smith, fez parte da Escola de Chicago, escola do pensamento econômico que defende o mercado livre, e que foi responsável por dissiminar, juntamentes com outros professores da escola de Chicago, os principais fundamentos das teorias econômicas do liberalismo de Adam Smith, que pregava o de livre mercado, a interveção mínima do governo na economia, a liberdade individual e a idéia de que a liberdade econômica e política são inseparáveis. Suas propostas incluiam a adoção de política monetárista para controlar a inflação, um papel limitado para o estado (focado em defesa, segurança e regras básicas) e taxas de câmbio flexíveis. Ele também defendia que a principal responsabilidade de uma empresa é gerar lucro.
O P O D E R D O M E R C A D O - Milton Friedman
Todos os dias, cada um de nós utiliza inúmeráveis bens e serviços - para comer, se vestir, se abrigar da natureza ou simplesmente desfrutar da vida. Contamos com o fato de que estarão à nossa disposição quando quisermos adiquiri-los. Nunca paramos para pensar quantas pessoas tiveram uma participação, de uma forma ou de outra, para nos propiciar tais bens e serviços. Nunca nos perguntamos como a mercearia da esquina – ou, hoje em dia supermercados – tem em suas prateleiras os artigos que nós queremos comprar como a maioria de nós tem condições de ganhar o dinheiro que compra esses bens.
É natural pressupor que alguém tem a dar as ordens para garantir que os produtos “certos” sejam produzidos na quantidade “certa” e estejam disponíveis nos lugares “certos”. Esse é o método de coordenar as atividades de um grande número de pessoas – o método do exército. O general dá as ordens ao coronel, o coronel ao major, o major ao tenente, o tenente ao sargento e o sargento ao soldado. Mas esse método de comando pode ser o método exclusivo ou mesmo o principal método de organização em um grupo muito pequeno. Nem mesmo o mais autocrático chefe de família pode controlar cada ato de outros membros da família de forma totalmente hierárquica, Nenhum exército de grande porte consegue de fato, ser dirigido inteiramente por comando, O general, como se pode perceber, não tem as informações necessárias para dirigir cada movimento do mais subalterno dos soldados. Em cada nível da cadeia de comando, o militar, seja ele oficial ou soldado, deve ter uma margem de liberdade para ponderar sobre informações referentes a determinadas circustâncias de que seu superior poderá dispor. Os comandos devem ser complementados pela cooperação voluntária – uma técnica menos óbvia e mais sutil, mas muito mais fundamental, de coodenar as atividades de pessoas.
A Rússia é o exemplo de referência de uma economia de grandes dimensões que é supostamente organizada por comando – uma economia de planejamento central. Mas isso é mais ficção do que fato. Em cada nível da economia, a cooperação voluntária entra em cena para complementar o planejamento central ou compensar sua rigidez – algumas vezes legalmente, outras ilegalmente.
Na agricultura, trabalhadores de tempo integral nas fazendas do governo têm pemissão para plantar alimentos e criar mercado negro. A alocação iar animais em pequenos lotes particulares em seu tempo livre para seu próprio uso ou para vender em mercados relativamente livres, Esses lotes representam menos de 1% da terra agricultável do país, no entanto, supõe-se que forneçam quase um terço de toda a produção agrícola da Unição Soviética (“supões-se porque é provável que alguns produtos das fazendas do governo sejam comercializados clandestinamente como se fossem dos lotes particulares).
No mercado de trabalho, raramente as pessoas são obrigadas a trabalhar em empregos específicos; nesse sentido, há muito pouco direcionamento da mão de obra na prática. Em vez disso, são oferecidos salários para diversos trabalhos e as pessoas se candidatam a eles – algo bem semelhante ao que ocorre nos países capitalistas. Uma vez contratadas, elas podem, em seguida, ser demitidas ou deixar o emprego por outro de preferência. Há inúmeras restrições a respeito de quem pode trabalhar onde é, claro, as leis proíbem qualquer um de se estabelecer como empregador - embora inúmeras oficinas clandestinas sirvam ao vasto mercado negro. A alocação de trabalhadores em larga escala basicamente pela forma compulsiva não é exequível; como também não é, aparentemente, a superação total da atividade empresarial privada.
A atratividade dos diferentes empregos na União Soviética quase sempre depende de oportunidades que se oferecem para trabalhos calndestinos extralegais ou ilegais. Um morador de Moscou com equipamento defeituoso em casa pode ter de esperar meses para vê-lo funcionando se ligar para uma repartição estatal de concertos. Poderá optar, então, por um trabalhador clandestino – muito provavelmente alguém que trabalha para essa mesma repartição estatal de consertos. O dono da casa tem seu equipamento prontamente reparado;o trabalhador clandestine recebe algum rendimento extra. Ambos ficam satisfeitos.
Esses participantes do mercado voluntário florescem, a despeito de sua inconsistência com a ideologia oficial marxista, porque o custo de elimina-lo seria muito alto. Os lotes particulares poderiam ser proibidos – mas os surtos de fome dos anos 1930 são uma lembraça gritantedo custo. A economia soviética atual dificilmente poderá ser considerada um modelo de eficiência. Sem os participantes voluntários, ela funcionaria em níveis de eficiência ainda mais baixos. A recente experiência no Comboja demostra tragicamente o custo de tentar prescindir inteiramente do mercado.
Assim como nenhuma sociedade funciona inteiramente sob o princípio do comando, nenhuma funciona inteiramente pela cooperação voluntária. Toda sociedade tem alguns elementos de comando, Estes tomam diversas formas. Podem ser tão simples e diretos como o serviço militar obrigatório ou a proibição de compra e venda de heroína ou ciclamatos, ou ordens judiciais a réus identificados para desistirem de ou executarem determinadas ações. Ou, no extremo oposto, podem ser tão sutis quanto a imposição de impostos elevados sobre cigarros para desestimular o fumo – uma sugestão, se não um comando de alguns de nós para outros de nós.
Faz toda a difereça qual das combinações ocorre – se a troca voluntária é basicamente uma atividade clandestina que floresce por causa da rigidez de um elemento de comando dominante ou se a troca voluntária é o princípio de organização, complementando a um grau maior ou menor por elementos de comando. A transação voluntária clandestina pode evitar que uma economia de comando entre em colapso, permitir que subsista e até mesmo conseguir algum progresso. Pode fazer muito pouco para minar a tirania sobre a qual reside uma economia predominantemente de comando. Uma economiapredominantemente de troca voluntária, por outro lado, obriga em si o potencial para promover tanto a prosperidade quanto a liberdade humAnna. Ela pode não realizar seu potencial em qualquer dos aspectos, mas não conhecemos nenhuma sociedade que tenha alguma vez chegado à prosperidade e à liberdade sem ter tido por princípio fundamental de organização a troca voluntária. Apressamos-nos a acrescentar que a troca voluntária não é uma condição suficiente para a prosperidade
E a liberdade. Essa, é, pelo menos, a lição da história até o presente. Muitas sociedades organizadas predominantemente na base da troca voluntária não alcançam plenamente nem a prosperidade nem a liberdade, apesar de terem chegado a um grau maior de ambas do que as sociedades de regime autoritários. Mas a troca voluntária é uma condição necessária tanto para a prosperidade quanto para a liberdade. Uma história intitulada “I Pencil: My Family Tree as Told to Leonard E. Read”, relata, com muita vivacidade, como a troca voluntária leva milhões de pessoas a cooperar entre si. O Sr Read, no papel de “ Lápis de Grafite” – o lápis de madeira comum bem conhecido de todos os meninos e meninas e adultos que querem ler e escrever - , como uma história fantástica declaração de uma única pessoas [...]que saíba me fazer”. Prossegue, então contando sobre todas as coisa, que entram na fabricação de um lápis. [Isso será mostrado em um Anexo]
Prefácio:
Ao receber de presente esse livro (Guerra e Paz) em dois volumes e ao ler apresentação do Rubens Figueiredo, fiquei curioso com a frase dita que foi encontrada em Anotações em um caderno, onde o escritor anotava suas reflexções, a frase, “A fórmula propriedade é igual a roubo permanecerá verdadeira por mais tempo do que a Constituição inglesa” essa frase foi o pivor deste documentário feito exclusivamente para minhas netas, Beatriz, a Bia e Helena, a Nena como ela mesmo se denominou a ser chamada. Lógico que a Bia hoje com seus 14 anos irá poder usufruir imediatamente deste que chamo de PDF – (Livre Para Escolher), já Helena, só irá desfrutar deste PDF muito mais a frante, pois ela ainda encontra-se com 7 anos. Além do mais como diariamente eu levo a Bia ao colégio, eu já comento com ela as diferenças entre teoria e a prática, além disso, como sempre comento com ela assuntos sobre os acontecimentos da política e da nossa combalida economia, assim como um pouco do que acontece na geopolítica mundial. Ela já vai tendo uma idéia clara do que eu penso.
Assim sendo, na medida que a Helena chegar na adolescência, a Bia irá passando para ela estes acontecimentos históricos que resolvi relatar, isso, para que não fique nenhuma dúvida de qual convição política elas devam seguir, pois é nessa idade que os adolescentes começam a serem influenciados por ideologias, que na maioria das vezes são apenas tentativas de incutir em suas cabeças uma série de dogmas políticos ideológicos totalmente ultrapassados.
Na realidade esse título escolhido por mim foi o nome dado ao livro do famoso escritor americano, Milton Friedman, e fazia parte de um pequeno encarte de anotações que pretendia escrever sobre “O Liberalismo”, que está relacionado diretamente ao do capitalismo de livre mercado “Livre Para Escolher”, e significa a sua importância para o mundo conteporâneo, esse encarte estava sendo salvo em um HD externo, que foi inutilizado e até hoje ainda não consegui recupera-lo, quem sabe um dia farei isso. Diante das dificuldades em recuperar esse arquivo, decidi reescreve-lo novamente, mesmo sabendo que deixarei alguma coisa de fora. Me lembro de um texto que fiz sobre a OPEP - Organização dos Países Exportadores de Petróleo - um dois maiores carteis criados no mundo e que impacta a inflação em centenas de países no mundo.
Aproveito e chamo atenção para alguns tópicos:
I – Como eu assisto muitas modalidades esportivas e adoro assistir jogos olimpicos, eu, vejo através desses jogos, a reação dos desportivas - suas expressões de ansiedade, alegria, vibração e tristeza, que são mostrados durante as competições , os atletas expressam sentimentos normais e de certa forma com certo nível de sentimentos tipo: explosões de comemoração e alegria quando vencem e de tristeza e choro, quando perdem uma competição. Com isso pude perceber que independente do continente, sejam no ocidente ou no oriente, existe o que podemos chamar de patriotismo, pois defendem com toda garra as bandeiras de seus países, e a conclusão que tiro, é que de um modo geral os povos são bons, por isso não podemos confundir os sentimentos dos povos em sua esssência, com os sentimentos de seus governantes. Esses sim, que deveriam representar os seus povos, passam a atuar com interesses próprios, e aí, aparecem sentimentos relacionados a ganância, a sede de poder e por trás de tudo isso surgem os líderes que equivocadamente querem consquistar o mundo, vou citar apenas dois exemplos passados. Esses líderes assim que chegam ao poder, sofrem transformações de comportamento de forma que o seu ego fica inflado e com isso se juntam a grupos de amigos que causam todo tipo de interferência na economia. Pois é através de seus comportamentos considerados muitas vezes autoritários que conseguem usurpar as leis constituídas no país em benefícios próprios. A sede de poder desses ditadores chega ao ponto de não se contentarem em cuidar do próprio do próprio país, querem ampliar suas fronteira, causando guerras inúties que provocam destruição em massa de instalações e edificações, gerando centenas e milhares de mortes de militares e civis. Apenas vou citar dois deles que podem ser classificados como assassinos de guerra, pois conseguiram levar atraves de guerras sangrentas a destruição e mortes de militares, civis (dentre eles idosos e criançãs), nomes como Napoleão Bonaparte e Adolf Hitler, deveriam ser tratados na história não como conquistadores, e sim como assassinos de guerra e serem rechachados nos livros de histórias, e considerados exemplos ruins para a humanidade.
Apesar desses dois assassinos de guerra, que poderiam servir de exemplo para uma tratado eterno de paz e bem estar social no mundo, ou seja, mesmo com esses exemplos deploráveis, ainda hoje, surgem outros com as mesmas ambições e com sede de poder, não sabemos onde querem chegar, são muitos que não aprenderam nada e continuam com o ego inflado. Dentre muitos existentes, vou citar apenas um deles, que a todo momento, sempre que acuado em suas pretenções militares e quando incitado a lutar em prol da paz, faz ameaça ao mundo ocidental com a possibilidade de utilizar seu arsenal nuclear, pois bem, já sabem que estou falando de Vladimir Putin, o atual presidente da Rússia. Esse apesar de todo grande devastação realizada pelas guerras napoleônicas e pelas 1ª e 2ª guerras mundiais, ao que parece ainda não aprendeu nada, e por arrogância e necessidade de se mostrar para o mundo como um lider de uma super potência nuclear, decidiu com argumentações frágeis promover a invasão da Ucrânia. Uma guerra que já vai caminhando para o seu quarto ano, deixando uma rastro de destruição de boa parte da infraestrutura da Ucrânia, e que dizimou milhares de vidas. Uma invasão promovida por uma cúpula ligada ao antigo partido comunista da EX-URSS – União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Um guerra insana e sem propósitos, com argumentações de que a Ucrânia era uma ameaça para a Russia, pois bem, o Vladimir Putin, entra na lista de destruidores em massa de civís inocentes e na minha opinião deve ser colocado ao lado de ditadores sanguinários como Napoleão e Hitler.
Quem é Vladimir Putin, o atual presidente da Rússia - pois bem trata-se de um ex-membro da KGB - Instrumento de Controle do Partido Comunista. Quando o Putin, foi afastado da KGB, por motivos que desconheço, ele ganhou como prémio um curso de graduação na área de energia, e foi atraves desse curso que ele conseguiu avaliar o potencial de produção de petróleo que a Rússia possuia, e dai ficou com esse trunfo nas mãos, passaram-se alguns anos e após o golpe dado na perestroica, assumiu o poder como novo presidente da Rússia Borris Yeltsin. Foi nessa época que Putin, foi nomeado por Yeltsin como Secretário do Conselho de Segurança e logo em seguida em agosto de 1999, Yeltsin nomemou Putin primeiro-ministro e anunciou que o via como o seu sucessor. Com a renúncia surpresa de Yeltsin em 31 de dezembro de 1999, Putin assumiu a presidência da Rússia. cargo que vem alternando com Demitry Medvedev, como presidente da Rússia e primeiro ministro. As eleições diretas apesar de existirem na Rússia, são feitas de forma fradulenta de forma que os candidatos da oposição com maiores chances de se elejer, são defenestrados ou presos pelo sistema autocrático implantado na Rússia na era Putín.
Apos a tentativa de implantação da Perestroica por Gorbachov, membros da antiga KGB aplicaram o golpe e passaram o poder para Borris Yeltsin, e toda tentativa de redemocratizar do país foi deixada de lado e o modelo autocrático foi novamente implantado, o Borris Yeltsin fez um governo mediocre permeado por suas bebedeiras, pois ele era um alcoólatra viciado em Vodka.
A trajetória de chegada ao poder de Vladimir Putin, desde sua nomeaçãoBorris Yeltsin por para a Secretário do Conselho de Segurança.
O modelo de governo de comando idealizado pela antiga URSS - União das Republicas Socialistas Soviéticas, tornava o estado russo engessado. Os meios de produção da economia russa, não conseguiam atender às necessidades do mercado em bens e serviços. A URSS, estava ficando para trás quando comparada com os Estados Unidos da América e alguns países da Europa. A insatisfação das populações nas demais repúblicas soviéticas foi aumentado e instalaram-se movimentos separatistas nessas repúblicas. Dirigentes da URSS verificaram às necessidades de mudanças no modelo de gestão centralizado de economia planificada para economia de mercado. Identificaram às necessidades de mudanças - só que ás mudanças estão sempre sujeitas a resistências pelos setores que se beneficiam do sistema.
Foi aí que surgiu em 1985 a Perestróika e a Glasnost
Mikhail Gorbachev assume como secretário-geral em 1985, para tentar salvar a economia soviética e lança duas reformas:
1 - Perestróika: " Restruturação". Foi uma reforma econômica que procurou desestatizar a economia soviètica, abrindo-a ao mercado.
Introduz elementos de mercado, autonomia para empresas estatais e permite pequenas empresas privadas. A economia centralizada começa a ser desmontada, mas gera desabastecimento e inflação (aqui com certeza as castas formadas pela estatização resistem às mudanças, uma características das pessoas que não querem mudanças) - (não é preciso ir longe para entender as dificuldade de mudanças, pois em nosso vizinho, a Argentina, estamos acompanhando as dificuldades encontradas pelo Milei, para promover às mudanças de uma economia estagnada por excesso de intervenção governamental. As dificuldades são grandes e os setores que querem continuar nas costas do governo são muitos, dentre eles sindicatos, ONGs o funcionalismo público de um modo geral e dentre outros que se beneficiam do assistencialismo promovido pelos regimes de esqueda).
Só para terem um idéia de como isso é grave basta verem o que aconteceu nas eleições em que Milei foi eleito no 2º turno das eleições na Argentina. Milei disputiu as eleições com Sergio Massa. Agora vejam o Sérgio Massa foi o ministro da economia que entregou no final do governo uma inflação de 150% ao ano. Então, ele deveria ter uma votação pífia, porém, não foi o que aconteceu, pasmem, ele teve no 2º turno 44,31% dos votos válidos, contra 55,69% de Milei. Isso mostra uma resistência que não faz nenhum sentido pois o povo Argentino com 150% de inflação deveria optar por mudanças, e não foi o que vimos, ou seja, muito pelo contrário vimos uma tremenda resistência às mudanças... Isso mostra como mudar é difícil. Isso só tem uma explicação, o famoso "Status Quo".
2 - A Glasnost: "Transparência". Foi uma reforma política que buscou promover uma democratização da União Soviética.
Além disso, ele também incentivou o fim da censura, estabelecendo liberdade de imprensa e a liberdade de expressão para a população soviética. O espaço para que denúcias contra o regime, em governos passados e no governo atual, fossem realizadas, o que enfraqueceu a posição do regime soviético.
Como diz aquele ditado, nem tudo que reluz é ouro, assim foi com a Perestróika e Glasnost, setores integrantes da cúpula do partido comunista soviético, assim como mebros da KGB e os Oligarcas, foram minando a implantação das reformas de Gorbachev, por outro lado, as repúblicas que faziam parte da URSS estavam insatisfeitas e já clamavam por indenpendência, a insatisfação era grande, pois esse modelos de gestão estatal centralizado onerava ás demais repúblicas com cargas tributárias elevadas, isso se refletiu na população dessas repúblicas, que desejavam se tornarem indenpendentes. Após pressões políticas Gorbachev viu chegar a sua hora de deixar o poder, e com isso, mais uma vez toda esperança do povo russo por liberdade (bau, bau às liberdades de impressa e liberdade de expressão), ficou comprometida. Resumindo - A renúncia de Gorbachev da secretaria geral do partido, culminou com a desintegração da URSS - União da Repúblicas Socialistas Soviéticas, que deixou de existir fragmentando-se em 15 nações diferentes.
São elas:
Rússia -Ucrânia - Bielo-Rússia - Uzbequistão - Cazaquistão - Geórgia
Azerbajão - Lituânia - Moldávia - Letônia - Quirguistão - Armênia
Turcomenistão - Estônia.
Após a saída de Gorbachev da secretaria geral do partido comunista, soviético - (PCUS) assumiu o poder interinamente Vladmir Ivashko, que ficou interinamente por apenas cinco dias de (24 a 29 de agosto de 1991).
Gobarchev permaneceu como presidente da URSS até 25 de dezembro de 1991, quando renunciou e transferiu o controle nuclear e o poder para Borris Yeltsin, o presidente da Federação Russa, ou seja, Borris Yeltsin, emergiu como figura do poder central após a queda de Gorbachev e a dissolução da União Soviética, tornando-se o lider da nova Rússia independente.
Borris Yeltsin foi o primeiro presidente da Federação Russa e comandou a transição da URSS para o capitalismo. Foi um período turbulento. Em agost0 de 1991, liderou a resistência ao golpe contra Gorbachev, em cima de um tanque (eu me lembro muito bem dessa cena do Borris Yeltsin - um homenzarrão em cima de um tanque em frente ao parlamento russo), Saiu como herói e assumiu o poder real. Uma data histórica para aRússia, em 31 de dezembro de 1991, assina com a Ucrânia e Belaurs (Bielo - Rússia) um acordo, é o fim da URSS - União da Repúblicas Socialistas Soviéticas , e a Rússia vira um país independente.
Como se deu a ascensão de Vladimir Putin ao poder - No resumo abaixo, mostro toda a trajetória do Putin, desde a sua indicação por Yeltsin para a secretária
O governo de Borris Yeltsin, passa por diversas crises, dentre elas as mais importantes até a sua renúncia:
1 - Junho de 1991 - vence a primeira eleição presidencial direta da Rússia com 57% dos votos;
2 - Implanta programas radicais para para criar rapidamente o mercado livre;
3 - Liberação de preços - jan 1992, fim do controle estatal. A inflação explode e atinge 2500%. A poupança da população some.
4 - Privatizações - 1992 - 1994 , e faz distribuição de vouches para a população comprar ações de empresas estatais. Na prática, ex-funcionários do governo e empresários compram tudo barato. Nasce a classe dos "Oligarcas". ( um importante segmento da sociedade russa que se beneficiou das reformas do estado e se constituiram na época como os novos bilionários da Rússia).
Resultado: PIB russo caiu 50% entre 1991 e 1998. Desemprego, atraso de salarios e pobreza disparam.
5 - Crise constitucional de 1993, Yeltsin entra em conflito com o Parlamento, que era dominado por comunistas e nascionalistas que travam as reformas (até parece que estamos assistindo esse filme acontecendo com nossos hermanos Argentinos, nas tentativas de Milei de tirar o país do fundo do poço).
5 - Em 21 de setembro de 1993, Yeltsin dissolve o Parlamento por decreto, O Parlamento reage fazendo o impeachmentde Yeltsin, e nomeia o vice-presidente Rutskoy como presidente.
3-4 de outubro: Apoiadores do Parlamento tentam invadir a TV estatal. Yeltsin ordena o exército a bombardear o Parlamento, 187 mortos oficiais.
Dezembro de 1993: Nova constituição é aprovada em referndo. Dando superpoderes ao presidente Yeltsin.
6 - O governo Yeltsin enfrenta a primeira guerra da Chechênia. Yeltsin manda tropas russas para o combate. Tropas russas mal preparadas são derrotadas. Acordo de paz em 1996 com retirada russa, Chechênia fica independênte de fato. O que foi considerada uma derrota política e militar para Yeltsin.
7 - Reeleição e crise: 1996-1998,
Eleição 1996: Yeltsin teinha 6% nas pesquisas no início do ano. Com o apoio da TV dos Oligarcas e do dinheiro da campanha , vence o comunista Gennady Zyuganov no 2º turno: 53,8% a 4o,3%, Sofre um infarto entre os dois turnos.
8 - Crise de 1988: Rússia dá calote na dívida interna e desvaloriza o rublo. Bancos quebram, poupança some de novo. Governo cai. Yeltsin troca 5 primeiros ministros em 17 meses.
9 - Segundo mandato e renúcia 1996-1999,
Saúde de Yeltsin piora muito - problemas cardíacos, muito álcool ( Vodka). Desaparece por meses.
2ª guerra da Chechênia: Começa em agosto de 1999 após invasões chechenas no Daguestão e atentado em Moscou. Yeltsin nomeia para conduzir a guerra o primeiro ministro Vladimir Putin, (ele só não imaginava o Putin mais tarde viria a se tronar um ditador, que veem provocando guerras com intu[ito de recuperar os territorios que foram desmembrados após o fim da URSS).
10 - 31 de dezembro de 1999 : Yeltsin renucia na TV. " Estou cansado". Nomeia Putin presidente interino. No primeiro decreto de Putin, ele anistia Yeltsin e família.
Como podem ver não é nada fácil promover mudanças, pois o ser humano se acostuma com as vantagens oferecidas pelo estado e geralmente resistem quando tentam lhes tirar essas vantagens.
[Governantes com intuito de se beneficiarem eleitoralmente, utilizam o dinheiro do contribuinte em programas assistencialístas, isso veem se tornando uma prática cada vez mais utilizada pelos governos de esquerda. Entram nesses programas e depois não sabem como sair deles - pois a maioria desses programas que se fazem necessários para socorrer os mais necessitados até que esses possam caminhar com as suas próprias pernas, trornam-se permanentes e não devolvem ao trabalhador a dignidade de produzir e prosperar].
Putin e os Oligarcas,
Ptutin e os bilionários da Rússia, os denominados de "Oligarcas", se juntaram e passaram a desenvolver o setor petrolífero. Para isso recorreram a tecnologias de empresas americanas que por lá se instalaram, pois o setor petrolífero russo era sucateado, utilizavam-se de equipamentos obsoletos na extração de petróleo.
Esses oligarcas tornaram-se bilionários durante o período em que a antiga URSR - União das Republicas Socialistas soviéticas viviam em um regime de governo de comando estatal, de tal forma que cada um desses bilionários dominavam cada um dos setores da economia sob monopólio do estado soviético, à semelhança do que acontece na Venezuela hoje, onde os generais dominam e monopolizam os diversos setores da economia. (aqui cabe uma observação de como funcionam os sistemas socialistas, pois a maior parte da produção dos trabalhadores ficava com os oligarcas - restando ao trabalhador as migalhas, à semelhança do que vemos no Brasil, com os governos do PT.
Após o ingresso na Rússia de empresas americans e europeias a exploradoras de petróleo da Rússia teve um salto de produção bastante significativo, a produção passou de 6,5 milhões de barris/dia para 10,5 milhões de barris/dia - tornando-se o 3º maior produtor de petróleo e gás do mundo, ficando atras de EUA em 1º lugar e Arábia Saúdita em 2º lugar. Especialistas em geopolítica atribuem o petróleo como a principal fonte de recursos da Rússia, para financiar às guerras nas quais a Rússia entrou, dentre elas a de maiores gastos bélicos, a guerra contra a Ucrânia.
Os setores de óleo e gás são vitais para a economia russa representando historicamente mais de 50% da receita do orçamento federal.
Podemos assim concluir, que em pleno século XXI, não faz mais nenhum sentido a deflagração de guerras, pois os exemplos petréritos, já demostraram que as guerras, sempre trarão um rastro de destruição e morte por onde passam e seria mais prudentes que os conflitos de interesses, fossem resolvidos diplamaticamente pelas nações afetadas por tais conflitos de interesses. E que as guerras ficassem limitadas ao desenvolvimento das tecnologias com finalidades de melhoria da qualidade de vida das pessoas, ou seja, as guerras deveriam ser realizadas sim, porém, seriam limitadas às fronteiras do conhecimento.
Agora, quero chamar atenção de uma coisa, e aí, volto aos esportes, todos se lembram da copa do mundo da Rússia, e devem se lembrar de toda cordialidade e receptividade do povo russo, acolhendo as delegações estrangeiras de futebol e mesmo durante a copa foram muito solísticos e simpáticos, por isso não devemos confundir os dirigentes das nações com os povos e classificar o povo russo como um povo ruim, muito pelo contrário, os governantes russos não são os representantes do seu povo, pois como sabems e iremos tratar nesse documentário, o povo russo sofre repressão, os russos não gozam de liberdades de expressão e a impresa é censurada e toda e qualquer manifestação popular que vai de encontro aos interesses do governo, são imediatamente rechaçadas pelo regime. E pasmem, o sistema de governo da Rússia hoje, é definido como: “Democrático”.
O Início da democracia na Rússia – (Suposta democracia).
Desde a queda da URSS em 1991, a Rússia superou o sistema de partido único e tornou-se uma República Federativa. A democracia russa, assim como qualquer democracia moderna, defende a separação de poderes entre executivo,legislativo e judiciário. A constituição do país ressalava direitos e liberdades democráticos essenciais como, por exemplo, a liberdade de assossiação, pensamento e de impresa. ( sabemos que na realidade o sistema de governo da Rússia não pode ser considerado uma “Democracia”, e sim uma uma “Autocracia”.
A revolução bolchevista de 1917, teve como objetivo a derrubada da monarquia russa, também chamada de Czarismo, um sistema de governo absoluto que predominou na Rússia do século XVI até 1917, chefiado pelos Czares da Rússia, o imperador Russo, que detinha poder ilimitado, muitas vezes associado a uma origem divina e apoiado pela igreja Ortodoxa e uma estrutura social feudal. Após a revolução, com a tomada do poder que ocorreu em duas etapas, e culminou com a derrubada do último Czar da Rússia, Alexandre II, e deu início a formação da URSS – União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, e culminou com a implantação do Regime Comunista Soviético, comandado, pelo líder da revolução Russa, Vladimir Lenin, que deu início à primeira experiência socialista no mundo, de forma que o legado de suas ideias, e do impacto de suas ações políticas, infelizmente, ainda ecoa nos dias de hoje.
O fim do sistema dos Czares da Rússia, se deu principalmente devido a fragilidade do monarca Alexandre II, considerado na época um governante com diversas fraquezas e que para arruinar ainda mais essa sua fraqueza, o Czar Alexandre II e sua esposa Catarina Dolgorukova. Tiveram quatro filhas e um filho. Após o nascimento das 4 filhas do casal , nasceu o filho do Czar Alexandre II, quando nasceu, foi diagnosticado que como hemofílico.
O rompimento do Czarismo na Rússia, teve um impacto gigantesto na mudança do regime de governo Imperial, para algo que viria a se tornar um sistema comunista soviético, na época aconteceu algo muito violento, e que iremos relatar com bastante detalhes, que foi a execução de toda famíla real pelos comunistas com requintes de crueldade – isso irá ficar na mente de nossos netos, e servirá como exemplo, e os subsidiará da impotância em saber escolher de que lado deverão ficar na história.
II – As escolhas, todos devem se lembrar do livro, “ O Pequeno Príncipe” quando nos traz a frase,”Tu te tornas eternamente responsável por tudo aquilo que cativas”, podemos fazer uma analogia com a frase, “Tu te tornas eternamente responsável pelas escolhas que tu fazes”, daí a importância de saber escolher, é aquele ditado, “Devemos separar o Jóio do Trigo”, assim, as escolhas que fazemos nos conduzirão a resultados excelentes em nossas vidas ou a resultados mediócres, isso é válido também para os governos, pois aqueles que fizeram as escolhas corretas conseguiram prosperar, como exemplo posso citar alguns países que fizeram as escolhas certas, os Estados Unidos da América a Suécia e a Correia do Sul e Singapura, Japão dentre outros, foram países que conseguiram atingir progressos inimagináveis, apenas pelas escolhas acertadas que fizeram, já países como Cuba, Venezuela, Argentina e Brasil, não conseguiram atingir progressos, muito pelo contrário se tornaram países subdesenvolvidos com graves problemas sociais.
III - Comentários sobre o Livro – Guerra e Paz de Tolstoi - O livro foi escrito entre os anos de 1863 e 1869, e trata-se de uma dos mais importates romances históricos da literatura russa segundo especialistas literatas, a história se desenvolve durante as guerras Napoleônicas, um período importante para a Europa e para a Rússia, a formação do Estado russo, as gueras Napoleânicas aconteceram no período de 1805 a 1812, o autor fez questão de retroceder até 1805, ano em que as tropas Napoleônicas derrotaram de forma arrasadora as forças austro-russas na batalha de Austerlitz.
Contato
Estou sempre em busca de novas oportunidades. Entre em contato.
(11) 3456-7890